Propostas de esquemas termicos de cogeracão para usinas sucroalcooleiras, influência de parâmetros determinantes na produção de potência



  1. Resumo
  2. Introducão
  3. A biomassa é una alternativa e uma fonte de energia global
  4. Análise termodinâmico dos esquemas térmicos de cogeração propostos. Influencia dos parâmetros determinantes
  5. Analise dos esquemas térmicos de cogeração.
  6. Conclusões
  7. Bibliografia
  8. Anexo

Resumo

O objectivo de este trabalho de investigação e realizar o estudo da viabilidade termodinâmica do uso de esquemas no tradicionais em fabricas de açúcar e etanol. Se analisa por medio da simulação o comportamento da potencia e dos índices de eficiência de ciclos térmicos de reaquecimento intermedio do vapor, e de aquecimento regenerativo da agua de alimentar a caldeira, combinado com altos parâmetros do vapor e secagem do bagaço. Se investiga a influência de vários factores sobre a potencia e eficiência dos esquemas de geração de energia elétrica, como são o consumo interno de vapor, temperatura e pressão do vapor vivo e a umidade do bagaço. São propostos uma serie de índices para a avaliação da sustentabilidade dos projecto, escolhidos entre inúmeras propostas da literatura consultada.

Introducão.

Energia, ar e água são ingredientes essenciais à vida humana. Nas sociedades primitivas seu custo era praticamente zero. A energia era obtida da lenha das florestas, para aquecimento e atividades domésticas, como cozinhar. Aos poucos, porém, o consumo de energia foi crescendo tanto que outras fontes se tornaram necessárias. Durante a Idade Média, as energias de cursos d"água e dos ventos foram utilizadas, mas em quantidades insuficientes para suprir as necessidades de populações crescentes, sobretudo nas cidades. Após a Revolução Industrial, foi preciso usar mais carvão, petróleo e gás, que têm um custo elevado para a produção e transporte até os centros consumidores.

O consumo de água também aumentou consideravelmente, tanto que se tornou necessário cobrar pelo seu uso para pagar os custos para sua purificação e transporte até os usuários. Se, e quando, uma colônia terrestre for instalada na Lua (que não tem atmosfera), será preciso pagar - e muito - pelo ar consumido pelos seres humanos que terá de ser transportado até lá.

No ano de 2003, quando a população mundial era de 6,27 bilhões de habitantes, o consumo médio total de energia era de 1,69 toneladas equivalentes de petróleo (tep) per capita. Uma tonelada de petróleo equivale a 10 milhões de quilocalorias (kcal), e o consumo diário médio de energia é de 46.300 kcal por pessoa. Como comparação, vale a pena mencionar que 2.000 kcal é a energia que obtemos dos alimentos e que permite que nos mantenhamos vivos e funcionando plenamente. O restante é usado em transporte, gastos residenciais e industriais e perdas nos processos de transformação energética.

Os padrões atuam de produção e consumo de energia são baseados nas fontes fósseis, o que gera emissões de poluentes locais, gases de efeito estufa e põem em risco o suprimento de longo prazo no planeta. É preciso mudar esses padrões estimulando as energias renováveis. (1)

O estudo é dirigido a produção de energia e contrario as considerações comuns, não prevê a produção de açúcar, Trata-se de uma Destilaria Autónoma, o que contribui a ter um esquema, mais apropriado para obter o máximo de energia elétrica, por isso entre as escolhas tecnológicas têm prioridade o mínimo consumo interno de energia na indústria, secado do bagaço ate 25 %, para máxima eficiência do gerador de vapor, uso da palha e produção de biogás para completar a geração anual.

A aplicação do trabalho num país como Angola significa a solução de vários problemas simultaneamente:

  • Contribuir a solução do problema do grande deficit de energia elétrica no país, mediante uma fonte renovável de energia.

  • Contribuir na solução do problema da crise hidrológica, na produção hidrelétrica, que acontecem todos os anos na época de estiagem.

  • Resolver o problema da grande diferencia de desenvolvimento entre a área rural e as cidades, entre as distintas regiões de país e conter o êxodo para as cidades.

  • Contribuir de forma significativa a diminuição dos índices de desemprego e pobreza.

  • Contribuir a diversificação de uma economia baseada num 90 %, na produção e exportação de petróleo cru.

  • Diminuir a poluição ambiental na geração de energia elétrica e no transporte.


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