Os valores morais



  1. Introduçao
  2. Os valores morais no âmbito educativo
  3. Compreender o teatro da mente humana
  4. O papel da família
  5. Sociedade dos homens sem coração
  6. Perigo de sermos menos livres que outrora
  7. Resgate de valores morais
  8. Liberdade e responsabilidade moral
  9. Complexo de abandono
  10. Conclusao
  11. Bibliografia

Introduçao

O ser humano é único ser que possui liberdade para escolher o seu próprio caminho para seguir na vida. É o único, no conjunto de todos os animais, que tem a capacidade para escolher entre coisas boas, as melhores.Entretanto, nem sempre o ser humano toma decisões desejáveis porque é movido por desejos, impulsos e interesses pessoais . Também é o próprio ser humano que pode julgar a maldade ou a bondade dos seus actos.Mas mesmo tendo ele toda essa capacidade, por vezes age de modo não satisfatório com os outros e com o meio que o rodeia. Os pais, os professores e os adultos procuram sempre transmitir valores ás crianças e aos adolescentes .Um dos valores a que prestam muita atenção é ao respeito mútuo."O respeito é como a palavra água que tem muito valor no meio do deserto."E por isso que, na comunidade( aldeia, bairro ou cidade), quem regula a liberdade das pessoas, de modo a manter a ordem social são as autoridades.

Os valores morais no âmbito educativo

Todos nos preocupamos profundamente pelo bem das pessoas que amamos, em particular das nossas crianças, adolescentes e jovens.Sabemos, de facto que deles depende o futuro da nação.Devemos preocupar-nos pela formação das futuras gerações , pela sua capacidade da se orientarem na vida e discernir o bem do mal, pela saúde não só física, mas também moral.Educar nunca foi fácil e hoje parece ser cada vez mais difícil. Este facto é bem conhecido pelos pais de família, professores, sacerdotes e todos que tem responsabilidades educativas directas.Fala-se, por este motivo, de uma grande "emergência educativa ", confirmada pelos fracassos que os nossos esforços encontram, com muita freqüência, para formar pessoas sólidas, capazes de colaborar com os outros e de dar um sentido á própria vida. Então atribui-se a culpa espontaneamente ás novas gerações, como se as crianças, que hoje nascem, fossem diferentes das que nasciam no passado.Fala-se também de uma "fratura" entre as gerações, que certamente existe e tem o seu peso, mas é mais o efeito e não a causa da falta de transmissão de certezas e de valores.

Portanto, devemos atribuir a culpa aos adultos de hoje, que já não são capazes de educar? Certamente, é forte, entre os pais quer entre os professores e em geral entre os educadores, a atenção de renunciar a educar, mais ainda, há risco de não compreenderem nem sequer qual é o seu papel, ou melhor, a missão que lhes foi confiada. Na verdade, não estão em jogo somente as responsabilidades pessoais dos adultos e dos jovens, que certamente existem e não se deve escamotear, mas também um ambiente difundido, uma mentalidade e uma forma de cultura que levam a duvidar do valor da pessoa humana, do próprio significado da verdade e do bem, em última instancia, da bondade da vida.Torna-se difícil, então, transmitir , de um geração para outra, algo válido e certo, regras de comportamento, objectivos.

Compreender o teatro da mente humana

Há pessoas que sofrem motivos do mundo para serem alegres, mas estão sempre tristes.São boas pessoas, tem uma família maravilhosa,dinheiro uma casa na praia, prestígio social, mas choram como crianças, sentem-se insatisfeitas e infelizes. Não sofrem de psicose nem tem traumas psíquicos importantes, mas os actores secundários da sua mente controlam o palco. Assim, o eu tornou-se um mero espectador. O grande problema é que, se não houver um ensino e uma educação adequados para formar esse alicerce, o eu poderá converte-se num péssimo actor principal. Quando os actores secundários lerem a memória e se construírem pensamentos perturbadores que gerem ansiedade, humor depressivo e pânico, o eu não conseguirá entrar em sena, confrontá-los e virar a mesa. Há pessoas com 20,30 e 40 anos que são imaturas. São fortes quando as ondas das águas da emoção estão tranqüilas. Quando as ondas dos fracassos e dos sofrimentos as atingem, elas afundam como pedras.Um alerta! Pelo facto de esses actores ou fenômenos psíquicos serem tão importantes para gerar o prazer e formar o eu, nunca terão um pequeno papel no teatro da mente. Quem deseja uma liberdade sem limites, perderá a própria liberdade e será aprisionado por esses mesmos actores. Adquirimos diplomas para actuar no mundo exterior, mas somos demasiados frágeis para lidar o mundo psíquico. Temos tendência para ser gigantes no mundo profissional, mas crianças no território das emoções e dos pensamentos. Se compararmos a mente humana com um belíssimo teatro, onde se encontra onde se encontraria a memória das pessoas? No palco, a dirigir ou a representar a peça, ou na platéia, como espectador passivo dos conflitos perdas e dramas que tem lugar? E você, onde se encontra? No palco ou na platéia? Ser actor principal no palco da vida não significa falhar ou não sofrer . Significa fazer e refazer a sua própria história pessoal, reconhecer os seus erros e aprender a gerir os seus pensamentos e emoções (Augusto Cury).

O papel da família


Página seguinte 



As opiniões expressas em todos os documentos publicados aqui neste site são de responsabilidade exclusiva dos autores e não de Monografias.com. O objetivo de Monografias.com é disponibilizar o conhecimento para toda a sua comunidade. É de responsabilidade de cada leitor o eventual uso que venha a fazer desta informação. Em qualquer caso é obrigatória a citação bibliográfica completa, incluindo o autor e o site Monografias.com.